Um dos destaques do time bicampeão da Taça Minas Gerais em 2009/2010 foi o meia Rafael Ipuã. Com boas atuações, ele foi o cérebro do time. A habilidade, os passes, os gols, são lembrados pela torcida.
 
Natural de Ipuã-SP, ele passou pela base do Corinthians e do Botafogo de Ribeirão Preto, onde se profissionalizou. Vindo do Linense-SP, a convite do gerente Marcelo Araxá, o meia se firmou no USC.
 
12-08-rafaelipuaA relação com a torcida é lembrada com carinho pelo ex-jogador. “A torcida ajudava muito. O clube estava com dificuldades, atrasava salário, mas tinha um grupo de torcedores sempre presente nos treinos, que tentava nos ajudar de uma forma ou outra. Era uma torcida que participava muito, ajudava o clube, estavam sempre próximos dos jogadores”, conta.
 
Um capítulo triste, para ele, foi a saída do Boulanger Pucci. “Lembro do dia que a gente estava em um treino fora e quando voltamos pro Boulanger Pucci o portão estava fechado e tinha um cara com aquela conversa que iam leiloar, não podia nem entrar. A tia já estava com a janta pronta, deixaram entrar pra tirar nossas coisas e aí foi o último dia. Foi um choque pros atletas e pra torcida. Tinha uns atletas do Santos emprestados, que logo foram embora”, narra. Das dificuldades, porém, o elenco tirou força. “A gente começou a treinar no campo do Quartel, nos campinhos da cidade, foi difícil, mas por outro lado isso uniu mais a gente, e a torcida quis ajudar ainda mais”.
 
Após o título da Taça MG de 2010, contra o Uberlândia, Rafael Ipuã foi pro Guarani de Campinas. O período no Uberaba, porém, é inesquecível para ele.
 
“Minha carreira foi de muitas lesões, mas aqui não tive muitas, consegui jogar bastante, joguei um ano e meio direto, tive um bom ritmo. Foi uma das épocas mais felizes na minha carreira”, afirma.

 

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