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A delegação uberabense: presente na natação, golbol e bocha
 
Cinco atletas/estudantes uberabenses fizeram bonito nas Paralimpíadas Escolares, realizadas em São Paulo-SP na semana passada. Uberaba foi representada pelos paratletas Pablo Henrique de Melo na natação, Letícia Maria da Silva no golbol, e Karen Maria Pessato, Ana Vitória Rocha e José Valter na bocha. Pablo ganhou cinco medalhas e Letícia sagrou-se vice-campeã.
 
O evento, considerado o maior do mundo para esportistas deficientes em idade escolar, teve as competições ocorrendo entre os dias 21 e 23, no CT Paralímpico. No total, foram 11 modalidades para cerca de mil atletas de 12 a 18 anos com deficiência física, visual e intelectual de todo o Brasil.
 
Na natação, Pablo Henrique, de 13 anos, da classe S11 (deficiência visual total), ganhou prata nos 50m crawl e ouro nos 50m costas, 50m peito, 50m borboleta e 100m medley, na categoria A (12 a 14 anos).
 
Técnico de Pablo na Academia Acquatica, o professor Alexandre Max diz que esperava os bons resultados, devido à dedicação do aluno nos treinamentos intensos. “O Pablo é um dos poucos atletas PCD da classe S11 que nada os quatro estilos separadamente e o medley, que junta os quatro”, destaca.
 
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O técnico Alexandre e o medalhista Pablo: uma prata e quatro ouros
 
No golbol, Letícia integrou a equipe de Minas Gerais que foi vice-campeã no naipe feminino (categoria única, 14 a 17 anos), e, segundo o técnico Aquino, ela foi um dos destaques do time.
 
Na bocha, os atletas da Adefu não conseguiram medalhas, mas se apresentaram bem, segundo a técnica Janaína Pessato. Na categoria A (12 a 14 anos), José Valter disputou a classe BC2; e, na B (15 a 17 anos), competiram Karen na classe BC3 e Ana Vitória na BC2.
 
Técnica de Minas Gerais na categoria B, Janaína comenta que não aguardava pódio do trio, mas enaltece a importância de participar das Paralimpíadas, em que a integração é o que mais conta.
 
“Eles não tiveram bons resultados e nem esperávamos, mas o desempenho em quadra foi excelente. A Karen ganhou um jogo e perdeu dois, para o campeão e a vice-campeã. São iniciantes que com os treinamentos trarão grandes resultados. Conseguimos mostrar que o esporte é o maior veículo de inclusão. Até cinco anos atrás o alto rendimento era esse veículo, agora conseguimos alcançar a idade escolar, a verdadeira inclusão”, assinala.
 
Fotos: divulgação

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