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Márcio, Hamilton e Ciabotti
 
Candidato único, Márcio José da Silva foi reeleito como presidente do Nacional Futebol Clube para o triênio 2017-2019, em eleição realizada na noite desta sexta-feira. Wécio Cruvinel é o vice. Após o fim do mandato anterior, Márcio vinha ocupando o cargo em vacância de 1º de janeiro até hoje. O presidente do Conselho Deliberativo, Hamilton Félix, também foi reeleito, o mesmo acontecendo com o presidente do Conselho Fiscal, Marco Antônio Ciabotti.

Márcio foi eleito por aclamação, já que não apareceram concorrentes. A expectativa de outra chapa se candidatar não se concretizou.

Os conselheiros que participaram da “votação” aprovaram a prestação de contas que o presidente apresentou, referente ao período de 2011 a 2015, em que pese ela não ser a oficial.
 
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Contas foram aprovadas pelos presentes

A prioridade para o novo mandato, fala Márcio, é pagar os salários dos funcionários, atrasados há cinco meses, desde que a Prefeitura deixou de fazer o repasse do convênio do clube com o Proeti. O Nacional tem seis funcionários registrados e a dívida gira em torno de R$ 30 mil. Para levantar recursos, o dirigente diz que vai “procurar patrocínio de empresas, doações, rifas, fazer eventos”.

Há débitos maiores. Com a Receita Federal, a pendência é de cerca de R$ 280 mil. Com o Refis (Programa de Recuperação Fiscal), o valor deve ser parcelado, como ocorreu em outras ocasiões. Tem ainda um empréstimo bancário feito para pagar os salários do time profissional de 2015. O valor total é de R$ 60 mil e restam 31 parcelas de R$ 1.900.

O presidente afirma que pretende conseguir verba também explorando o espaço ocioso do clube. “Temos que ter uma forma rentável de explorar essas áreas inúteis, sem mexer no patrimônio do clube. O Nacional está aberto a qualquer projeto, a pessoa que quiser investir, venha nos procurar”.

Márcio revela ainda que está negociando com um grupo de fora que pretende investir no futebol profissional do Naça. O projeto seria para participação na Terceirona do Mineiro desse ano.
 
Torcedores cobram prestação de conta de gestões passadas
O Nacional deve R$ 50 mil à Justiça. É uma multa por não prestar contas de gestões passadas, conforme pedia uma ação de torcedores. A multa, na verdade, é diária, no valor de R$ 500, e o total só não é maior porque atingiu o “teto” estipulado.

Em entrevista ao UP/REPLAY na quinta-feira, Márcio José da Silva falou que temia ter que “assumir a bronca”, sendo responsabilizado por essa dívida do clube, e, por isso, poderia até desistir da eleição. Mas concorreu porque foi orientado por advogado que a cobrança não é para uma pessoa física, e sim para o clube.
 
“A prestação de contas da minha gestão está OK, a do Salem (anterior) também, é só apresentar, mas as anteriores é praticamente impossível conseguir”, comenta o cartola, que diz que o advogado tentará suspender a multa.

Presente na eleição, o torcedor Serginho Cabaça aproveitou para explicar o andamento da ação que impetrou, junto a outros torcedores, cobrando prestação de contas dos ex-presidentes Carlos Abocater, José Humberto de Moraes e do ex-presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Galinho.

“Não quero prejudicar o Nacional, vamos tentar cancelar a multa. Eu não quero nada do Nacional, quero satisfação deles (ex-dirigentes). Eles erraram, não apresentaram nada no dia marcado para se defenderem, tanto que o juiz passou o pedido de prestação de contas de cinco para quinze anos, desde 1994”, explica Cabaça. “Vamos ver se eles têm alguma coisa, qualquer documento para apresentar, do contrário eles, e não os atuais diretores, têm que ser responsabilizados”.

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