O Nacional manifestou seu interesse em jogar a Terceirona do Mineiro. Os clubes que quisessem disputar a competição tinham até a última sexta-feira para informar à Federação Mineira de Futebol e mandar os documentos necessários. O Alvinegro da Rodovia cumpriu o protocolo para não perder o direito. Entretanto, isso não quer dizer que o Elefante vá mesmo entrar em campo. O presidente do clube, Márcio José da Silva, em contato com o UP/REPLAY, por telefone, disse achar “muito difícil” a equipe realmente participar do campeonato. Motivo: não tem grana.

“É muito caro. Fizemos uma projeção e os custos seriam de R$ 250 mil a R$ 280 mil, e com um time caseiro. Isso contando a segunda fase, porque não adianta entrar pensando em não classificar. Só tem viagem longa, não tem time perto na primeira fase. Aquele Inter de Minas, de Uberlândia, parece que quer entrar, mas não é certeza. Procuramos algum grupo para assumir o futebol, mas está impossível. Também não conseguimos os recursos necessários. Temos até o dia 16, no arbitral, para confirmar, mas acho muito difícil o Nacional disputar”, afirma o cartola.

A Terceirona é chamada oficialmente de Segunda Divisão, mas, na prática, é a terceira, já que a primeira é “repartida” entre os módulos I e II. Campeão da Terceirona em 2013, o Nacional foi rebaixado para a última divisão estadual novamente no ano seguinte. Em 2015, o Naça disputou de novo o último nível, fez boa campanha, mas não conseguiu o acesso – o campeão, aliás, foi o rival Uberaba. No ano passado, o Alvinegro de JK, sem verba, não entrou na Terceirona. História que pode se repetir esse ano.

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